Mulher sorridente ajustando seus fones de ouvido, de cabelo curto e liso, usando camisa de estampa listrada, em um ambiente bem iluminado.

o que já fiz

Escrever é fácil. Contar a minha história idem, idem, aspas, aspas. Mas nada como veres por ti próprio o que andei a fazer nos últimos anos. E, claro, se tiveres curiosidade em saber mais sobre estas experiências, pergunta-me.

fui jornalista e editora

Fui jornalista durante 13 anos. Tive a sorte de começar a escrever sobre empreendedorismo e novos negócios quando a palavra startup ainda era só sussurrada. E, por isso, assisti de um lugar privilegiado ao boom do ecossistema, ao aparecimento dos unicórnios (empresas avaliada em mais de mil milhões de dólares) e à revolução do mobile, com o emergir de apps como a Uber, Glovo ou Instagram. Escrevi milhares de artigos, entrevistei centenas de pessoas e assinei uma newsletter durante cinco anos que se tornou referência no ecossistema.

Se carregares aqui, vais ter à minha página no Observador, que funciona como arquivo de tudo o que fiz por lá. Tens artigos, os programas de rádio e as newsletters que enviava à terça-feira. Boa leitura!


escrevi um livro

Sabia as histórias dos unicórnios portugueses de cor, mas não havia nenhuma obra que as contasse. Não havia um livro que ficasse para memória (e aprendizagem) futura. Vai daí, escrevi-o. Durante dois anos (com uma pandemia pelo meio) reuni tudo o que tinha aprendido sobre startups e valorizações de mil milhões, fiz novas entrevistas, investiguei o que se estava a passar no ecossistema nacional, mas também no internacional, e em novembro de 2021, o Unicórnios Portugueses - A história das startups de mil milhões de dólares, chegava ao mercado. Para ser lido, debatido e dar origem a novas histórias.


fiz podcasts e moderei conversas

Durante cerca de dois anos, tive um programa na Rádio Observador. Chamava-se “A App da Vizinha” e tinha como missão descomplicar a vida digital dos ouvintes com pequenos truques de tecnologia; aumentar a literacia digital e refletir sobre as oportunidades e os desafios da inovação. Podes ouvir os programas aqui.

Quando lancei o meu livro, sabia que havia mais para dizer e refletir sobre liderança e empreendedorismo. E, por isso, propus à Leya criar o “Podcast dos Unicórnios”. São cinco conversas que podes ouvir aqui.

Depois de sair do Observador, o Jornal Económico desafiou-me a criar um podcast de entrevistas. E, em 2022, nasceu o “Ideias Com Nome Próprio”, que queria dar voz às ideias, negócios e inovações portuguesas. Podes ouvir aqui.

Ao longo dos últimos anos, foram várias as conferências, debates, conversas que moderei em eventos nacionais e internacionais, como a Book 2.0, a Web Summit, Comissão Europeia ou a SIM - Startups & Investment Matching, entre outros.


criei uma marca

Quando a Ó Capital me convidou a criar um projeto novo, que usasse o poder das histórias para criar impacto na vida das pessoas, sabia que não o podia recusar. Poder ter uma voz ativa e contribuir para aumentar os níveis de leitura era um desejo com o qual estava alinhada. Depois de muito brainstorming, nasceu o À/Parte, um projeto editorial que pretendia unir as pessoas às histórias que as movem. Ao longo de três anos, dediquei-me a criar todo o conceito e identidade de marca, liderei o negócio, editei dois livros portugueses (do manuscrito à gráfica) e dois de autoras brasileiras, geri a comunicação, coordenei eventos, negociei contratos de edição e tratei de toda a operação e logística. Empreender é, de facto, uma grande escola. Conhece melhor este projeto aqui.


editei livros portugueses

Trabalhar o potencial de um texto, de uma história e de um autor é das coisas mais entusiasmantes e difíceis que já fiz. É um trabalho de equipa, de muita desconstrução e construção — quer em livros de ficção, quer de não-ficção — , de uma busca constante pelo equilíbrio. É cortar o que está a mais e ter coragem de dizer que ainda faltam coisas. É ter uma visão helicóptero mais distante e fria, que vê e questiona aquilo que o autor, demasiado embrulhado na história, não vê. Alguns livros de autores portugueses que editei:


editei livros estrangeiros

Investir num livro é sempre um ato de coragem, acreditar no seu potencial é mandatório, e saber lidar com a imprevisibilidade do mercado é um teste à paciência. Ainda assim, descobrir livros novos lá fora e dar-lhes vida cá dentro é de uma alegria sem igual. A minha sensibilidade levou-me a querer trazer para Portugal livros que ainda não se encontravam nas livrarias portuguesas, como o Solitária, da Eliana Alves Cruz, e o Notas Sobre a Impermanência, da Paula Gicovate. Nem imaginam o quanto lhes agradeço por os terem escrito.